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Call-to-Action: tudo o que você precisa saber

Saiba o que é um Call-to-Action e confira as melhores dicas para você atrair cada vez mais cliques e conversões para seu negócio.
Call-to-Action, em tradução literal, significa “chamada para ação”, e é este mesmo o objetivo do seu uso: indicar a uma pessoa qual é o próximo passo que deve ser realizado em determinada situação.
Se você prestar atenção, verá que todos os dias somos impactados por diferentes chamadas em diversos ambientes.
  • “Empurre”
  • “Aberto”
  • “Entre, Ar Condicionado”
  • “Sorria, você está sendo filmado”
  • Ou até mesmo a luz verde em um semáforo
Todas essas sinalizações existem para indicar o que devemos fazer naquele contexto ou como interagir com determinado objeto.
No meio online não é diferente.
Há várias ações que desejamos que sejam realizadas, tais como fazer um cadastro para receber newsletter, preencher um formulário, fazer um download, pedir um orçamento, fazer um teste gratuito de software ou acessar um link de um post no blog, como esse.
Na prática, sabemos que cada tipo de negócio tem suas peculiaridades e necessidades específicas, mas todos querem que os usuários compreendam quais são elas e realizem essas ações.
O papel do Call-to-Action é servir de ponte para essa ação. Ele deve refletir em uma única chamada a proposta de valor da oferta em questão.
Resumindo: Calls-to-Action servem para indicar o próximo passo que sua empresa quer que um visitante realize.
Neste post, vamos explorar o papel do Call-to-Action no processo de conversão, como escrever um bom texto no CTA, onde colocar um CTA, como escolher o melhor formato de um CTA e como analisar os resultados de um CTA
O Call-to-Action no processo de conversão
Antes de começar a falar sobre como fazer um Call-to-Action, é importante entender como eles colaboram no processo de conversão.
Existe, há bastante tempo, um conceito bem difundido – e ainda válido – no marketing e na publicidade chamado AIDA.
call-to-action (3)
De acordo com esse princípio, desde quando abrimos uma página (ou olhamos para um anúncio) até o momento em que decidimos agir, passamos por diferentes etapas. Cada uma dessas etapas exige cuidados próprios e seu site deve estar preparado para atingir os objetivos específicos de cada passo:
  • Atenção: momento em que conquistamos a atenção exclusiva de um visitante e fazemos com que ele continue a navegação.
  • Interesse: obtida a atenção, o visitante tem a primeira impressão sobre o que está olhando e toma a decisão de procurar por mais informações sobre a oferta.
  • Desejo: neste momento, é feita uma análise mais detalhada da oferta, procurando seus benefícios e características para certificar-se de que ela atende às necessidades.
  • Ação: por fim, com a decisão tomada, é realizada a ação da conversão.
Os Call-to-Actions costumam auxiliar principalmente nas etapas de Atenção e Interesse (que duram poucos segundos) e na Ação, que muitas vezes é o próprio ato de clicar no CTA.
Como isso funciona na prática
Existe uma forma bastante simples de identificar se o seu Call-to-Action está chamando a atenção ou não: o teste dos 5 segundos.
Chame alguém que ainda não conheça seu site e peça para essa pessoa olhar sua página. Ao final de 5 segundos, minimize o navegador e pergunte o que havia na página e o que era possível fazer lá.
Se na resposta ela não souber dizer qual era o próximo passo que deveria ser tomado, é bem provável que o Call-to-Action não esteja funcionando tão bem quanto deveria.
Para conquistar a atenção há alguns aspectos que devem ser olhados com bastante cuidado, tais como:
  • O tamanho do Call-to-Action em relação aos demais elementos da página;
  • A posição onde aparece o Call-to-Action;
  • A composição de cores da página e a cor do Call-to-Action;
  • As imagens utilizadas;
  • O número de opções de Call-to-Actions disponíveis;
  • Outros elementos da página apontando para o Call-to-Action.
Agora, de nada adianta atrair a atenção do visitante para o Call-to-Action se ele não se sentir interessado.
E, normalmente, o texto é o elemento que ajuda muito nesta etapa. Por isso Calls-to-Action no estilo “clique aqui” ou “fale conosco” não são recomendados: eles não geram interesse e não transmitem a proposta de valor da oferta.
Em outras palavras, o grande objetivo do texto no CTA é fazer o visitante entender o que vai acontecer em seguida e se identificar ou se sentir seguro com isso.
O texto do seu Call-to-Action
Um CTA jamais deve vir sozinho, sem contexto. Ele deve resumir, em poucas palavras, a proposta de valor da oferta e dizer o que vai acontecer depois do clique
Ou seja, é importante que os elementos da página “falem” a mesma língua e sejam convergentes para convencer o visitante a realizar determinada ação.
nde colocar um Call-to-Action
Todas as páginas de um site devem ter um objetivo. Por exemplo, enquanto em algumas o objetivo principal é a venda de um produto, em outras podemos ter download de materiais, pedidos de orçamento, início de um teste gratuito etc.
Partindo desse princípio, todas as páginas deveriam ter um Call-to-Action, ou seja, indicar qual é o próximo passo a ser dado.
No entanto, ainda hoje é comum encontrarmos sites que foram feitos sem pensar nesses objetivos, com posts ou páginas de produtos e serviços sem um objetivo específico. Isso leva esses sites a deixarem escapar diversas oportunidades de negócio.
Independentemente desses problemas, a grande questão é identificar quais Calls-to-Action devem estar em cada lugar.
Para isso, leve em consideração pelo menos esses três fatores:
1 – Personas
Parece simples, mas pense para quem é a oferta e qual problema da sua persona essa oferta resolve.
Por exemplo, em um post no blog focado em empresas de tecnologia, um material sobre estratégias para empresas de educação não fará sentido para a persona que você quer atrair.
2 – Estágio da oferta na jornada de compra
Pense em CTAs que façam sentido com a oferta em questão.
Por exemplo, um Call-to-Action de pedido de orçamento em um artigo do blog que possui o objetivo de atrair muitos visitantes que não conhecem sua empresa provavelmente não terá boa performance.
Da mesma forma, em uma página onde você explica seu produto, não faz sentido um Call-to-Action com o objetivo de obter uma assinatura na newsletter.
3 – Contexto
Como dito anteriormente, o contexto do CTA será essencial para definir seu sucesso.
Um ótimo exemplo que ilustra o bom uso de CTAs contextualizados e com sinergia entre as personas e a jornada de compra é o da Teclan, empresa que possui uma solução para contact centers
Colocando as mãos na massa
Agora que você já sabe o que são Call-to-Actions e toda a importância dentro de uma estratégia de Inbound Marketing, é hora de aprender a criar CTAs na prática.
A dica final que fica é pesquisar bastante antes de criar seus CTAs. Procure referências, olhe páginas de empresas que você admira, veja o que os grandes players de otimização da conversão estão fazendo. Analise também os emails, mídias sociais e anúncios dessas empresas.
Não se esqueça de, ao fazer essa pesquisa, olhar por uma ótica crítica, pensando nas etapas do AIDA, na proposta de valor da página, nos elementos que estão em volta do CTA etc.
Equipe Cha Marketing
Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/blog/tudo-sobre-call-to-action/

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